POR UM TRIZ
E para preservar as crianças surgiu um boato que no meio das matas haviam uma criatura muito grande, coberto de pelos com dentes e garras afiadas que estava atacando a todos. Mas as crianças como são curiosas e teimosas, decidiram resolver por conta própria.
Na carroça Antônio percebe que Maria estava sangrando ele oferece ajuda, mas ela acanhada se recusa e se cobre com uma estopa que estava na carroça, ele não sabia que eram as regras dela vindo. Ela então pede para que ele parasse em uma casinha no meio da mata, a cabana de Inha Dita uma senhora com fama de curandeira. Chegando estranhamente o cavalo começa a se agita. Maria pula da carroça e corre chamando por Inha Dita que logo os atende. Depois de ajudar Maria ase limpar ela pergunta oque as criança estavam fazendo ali aquelas horas. E Maria fala:-Eles acham que juntos conseguem matar o monstro que atacou as meninas.
Bragança Paulista, 1954
Em uma cidade do interior de São Paulo, totalmente pacata, tinha muitas matas, varias ruas ainda de terra, quase não haviam televisores, internet nem existia.
Em dias quentes depois de cumprirem seus deveres diários, todos colocavam suas cadeiras na frente de suas casas , e as crianças brincavam livremente pelas ruas.
Mas em 1953 tudo mudou com a noticia de uma garota de 8 anos encontrada vitima de abuso sexual sendo quase levada ao óbito e em Atibaia a cidade vizinha outra criança havia sido morta e violentada sexualmente a poucos meses.
E para preservar as crianças surgiu um boato que no meio das matas haviam uma criatura muito grande, coberto de pelos com dentes e garras afiadas que estava atacando a todos. Mas as crianças como são curiosas e teimosas, decidiram resolver por conta própria.Então Antônio com seus14 anos, espera seus pais se deitarem para sair é quando encontra seu irmão na portado quarto.
Joaquim de 12anos, perguntando onde ele iria, com uma corda em seu tórax.
Antônio então explica: - Joaquim, hoje vamos virar homens, ser chamados de heróis, quem sabe agente consegue dinheiro pra comprar aqueles doces no mercadinho? A gente vai atrás do MONSTRO!
E saindo de casa encontraram José também com seus 13 anos, pulando a janela do seu quarto, levando um facão nas mãos, subiram na carroça e então avistam Bento, vindo com sua chupeta desgastada, uma fraldinha limpando seu nariz escorrendo, correndo até eles com algo grande nas mãos.
Quando repararam que era um forcado, eles riram por ver que era maior que ele, Bento não conseguia quase o segurar, ou ele erguia o forcado, arrumava sua chupeta ou limpava o nariz no braço.
-Vá pra casa Bento, isso é coisa de homem. -Antônio fala para Bento, que responde nervoso: - Sou mais home que ocês. Nessa hora surge no meio da penumbra uma silhueta feminina e todos se assustam. Maria que puxa Antônio pelos ombros dizendo : - Você como mais velho deveria dar exemplo, se fosse tão simples os adultos já teriam resolvido. Depois ela manda Bento para casa dizendo que o monstro só aparece mais tarde e que ele deveria descansar um pouco para então para então poder ir atrás dele descansado. Ela pega o forcado dele que mesmo contrariando vai para casa. Maria então joga o forcado na carroça e sobe falando : - Já que sei que não vou conseguir convencer vocês mesmo vamos logo então e nem me venham com aquela história de ‘homem de verdade’ porque se não iremos perguntar para mãe de vocês se realmente são ‘homens. Antônio resmunga e chacoalha a cabeça negativamente, mas mesmo contrariado açoita o cavalo indo com a carroça para as matas. Pouco depois Bento é visto correndo atrás deles segurando a fralda a chupeta e as calças caindo.
Na carroça Antônio percebe que Maria estava sangrando ele oferece ajuda, mas ela acanhada se recusa e se cobre com uma estopa que estava na carroça, ele não sabia que eram as regras dela vindo. Ela então pede para que ele parasse em uma casinha no meio da mata, a cabana de Inha Dita uma senhora com fama de curandeira. Chegando estranhamente o cavalo começa a se agita. Maria pula da carroça e corre chamando por Inha Dita que logo os atende. Depois de ajudar Maria ase limpar ela pergunta oque as criança estavam fazendo ali aquelas horas. E Maria fala:-Eles acham que juntos conseguem matar o monstro que atacou as meninas. Inha Dita fala: -Crianças entendam os pais dos ces mentiram para os protege, não foi monstro que atacou as menina foi homem, mas saibam que nessas mata tem bicho selvagem que se provocado é perigoso. E oce mocinha ainda mais nesses dias pode atrair os bicho.
Um uivado é ouvido seguido de um rosnado cortando o ar. Inha Dita: - Corram pra minha casa crianças! E todos correm para cabana, quando entram escutam o choro e gritos de uma criança. Ao olharem veem Bento correndo e chamando por eles com uma fera o perseguindo. José é o primeiro a sair e tenta atacar a criatura com o facão, mas ela o morde em seu pescoço e o chacoalha no ar deixando o facão cair no chão e logo em seguida seu corpo atônito sem vida. Todos gritam em desespero e partem para atacar a criatura Antônio tenta laçar a criatura tentando pular nas suas costas , mas é derrubado no chão sendo mordido em seu rosto, Maria corre para carroça tentar pegar o forcado e Joaquim pega o facão que era do José e acerta a fera nas costelas fazendo com que ela vire seu ataque para ele prensado nas paredes da cabana sua ultima visão é da Inha Dita acertando o animal com um punhal, mas ele rasga o abdômen dela a dilacerando, Maria correndo enfinca o forcado na fera, mas ele ainda não morre e parte para cima dela ela tentando correr cai e a fera começa a rasga-la no chão, Bento da um grito de desespero e corre para acudi-la ele tira o punhal que estava no abdômen da criatura e o envia em seu olho que o morde pelo braço jogando para longe, mas caindo sem vida logo em seguida. Inha Dita no chão a beira da morte olha Bento e fala: - Criança não deixe a fera te domina.
Continua...

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