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Diários do Dragão

 


DIÁRIOS DO DRAGÃO

O Beijo do Dragão


PRÓLOGO 
 Cidade de Nova York. Em meio à noite, no centro de Manhattan, próximo à catedral de St. Patrick, é visto nas ruas escuras, numa viela, uma bela mulher ruiva, com seios exuberantes, acariciando um homem, encostado na parede. Ela passa a mão próximo às suas genitálias, enquanto sussurra suavemente em seus ouvidos: Vai me diga onde está o pirata, onde está aquele safadinho. O homem meio desconcertado: Eu não posso dizer, eu não posso fazer isso. Nessa hora ela se aproxima mais dele, encostando seus seios quase em seu rosto e logo em seguida: Vai, e você vai dizer de um jeito ou de outro. E nessa hora ela morde o pescoço dele, bebendo seu sangue.  Depois ela levanta a cabeça com a boca ensanguentada: Eu acho que desse jeito foi melhor para eu conseguir a informação. A cena se volta em um porão onde uma cela é vista e dentro um homem machucado, acorrentado, sem camisa, de barba e cabelos compridos. A porta de madeira é arrebentada... e então é visto novamente aquela ruiva: Ah, senhor Ben Horowitz, não sabe o trabalho que me deu encontrá-lo. O homem sorri e responde: Capitão, capitão Ben Horowitz. E como está minha querida Esther Rosenblatt? Há quanto tempo não a vejo. Ela abre a cela, se aproximando dele: Faz muito tempo mesmo, pirata. Mas você sabe que eu nunca o abandonaria, não é mesmo?. Então, ela o beija. 
        

CAPÍTULO 1 O DESPERTAR

Cidade de Londres, Março de 2001 Dentro do museu Britânico é visto um segurança patrulhando os corredores do museu já fechado à noite usando fones de ouvido, escutando baixo e cantarolando Bohemian Rhapsody do Queen. O som da música é interrompido quando um forte estrondo é ouvido. O segurança assustado usa o rádio para chamar a sala de segurança:
 - Ei, Jason na escuta. 
 Jason : - Na escuta Charles. Qual o QRU? Câmbio. 
 Charles : -Escutei um barulho no galpão. Alguma coisa nas câmeras? 
Jason : - Negativo. 
 Charles : - OK. Vou dar uma olhada só por precaução. Fique de olho nas câmeras. Me chame se vir alguma coisa.  
Ele então se dirige até uma grande porta de aço que destranca com uma chave mestre e então entra iluminando com sua lanterna . Nessa hora um novo estrondo é ouvido 
 Charles: - Jason. Alguma coisa nas câmeras? 
 Jason : - Negativo apenas vejo você, cambio. Um novo barulho se ouve então ele começa correr, falando no rádio:-Parece ser no corredor 4. Fique de olho. Ao chegar até as grandes prateleiras... onde várias caixas de madeira estão o barulho é ouvido novamente e agora ele percebe vir de uma das caixas no topo ele se dirige a uma escada e quando se aproxima com ela uma das caixas de madeira cai em cima dele. Ele salta conseguindo se desviar por pouco e logo em seguida chama o rádio: 
- Viu isso? Eu podia ter morrido. 
 Jason: -Vi sim! Como você está? Precisa de ajuda ? Câmbio. 
 Charles: -Não. Vou ver o que derrubou essa caixa. 
Ele se aproxima então da caixa e conseguem ver que ela está aberta com nada dentro. Mas ao olhar ao fundo, ele saca sua arma apontando para o fundo do salão, falando: 
-Ei senhor, fique parado aí! 
 A cena vira, mudando para a sala de segurança, onde Jason, observando as câmeras, vê o seu companheiro apontando a arma para a escuridão e de repente parece que ele é arrastado bruscamente para as sombras.  O segurança então pega o telefone e liga para a polícia, informando que o museu Britânico foi invadido e aparentemente está sendo roubado. Nessa hora ele sai da sala de segurança correndo em direção ao galpão onde seu companheiro estava, mas de repente só é ouvido também os seus gritos na entrada do museu. Uma força policial para em frente ao museu, e um homem de cabelos brancos, por volta dos 60 anos, com um terno preto, sai de um dos carros. Ele então comanda a equipe tática, a invadir o museu. Os policiais fortemente armados chegam até a porta de entrada e a arrombam, entrando logo em seguida. Dentro apontam suas armas para a escuridão falando:  
-Senhor, temos o alvo na mira! Um riso sarcástico é ouvido enquanto o velho comandante entra. Desconhecido: - HAHaHa acham mesmo que podem me deter? 
Comandante: -Talvez não possamos mata-lo, senhor Vlad Tepes, mas garanto que prendê-lo, sim. 
Vlad: -Conde Vlad Dracu, da ordem do Dragão. Mas, já que sabe quem sou, diga-me seu nome, velho! Comandante: -Como bom cavaleiro que sou, é claro. Pode me chamar de Jonathan, John, Coronel John Connor... e homens podem atirar. 
A equipe tática dispara com suas metralhadoras e a última visão que é vista é de Vlad se transformando em névoa e deixando o museu. 


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